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OFICIAL DE JUSTIÇA – ATIVIDADE DE RISCO #6

terça-feira, 28/05/2019 15:25

SINDOJUS/MG relembra caso do jovem Oficial de Justiça que foi morto durante exercício da função

Há quase 5 anos, em 11/11/2014, o caso do Oficial de Justiça do Rio de Janeiro, Francisco Neto, de 25 anos, impactou o Brasil após o servidor ser morto por dois tiros no peito e posteriormente atropelado enquanto entregava uma intimação, na Barra do Piraí, sul do Rio de Janeiro. O suspeito de cometer o crime foi preso, porém a marca desse acontecimento para seus entes queridos e à categoria é eterna.

Segundo a polícia que apurou o caso, a intimação era destinada à mãe do suspeito do crime, que teria discutido com Francisco e o matado. Os policiais também informaram que o assassino escondeu a arma do crime na casa de um amigo, mas ela foi localizada e apreendida.

O acontecimento marcou toda a categoria. Após um mês do ocorrido, servidores do judiciário carioca realizaram uma homenagem ao OJA e se reuniram para pedir por mais segurança no exercício das funções.

Mesmo com a grande repercussão do caso, nada mudou na segurança para os Oficiais de Justiça de todo o país. Com o aumento da criminalidade, o número de crimes cometidos contra Oficiais de Justiça tem aumentado significativamente ao longo dos últimos anos.

Outro caso comum de ameaça ocorreu contra um Oficial de Justiça durante um cumprimento de mandado. Clique aqui e confira.

Acompanhe a série de matérias sobre Atividade de Risco #1 | #2 | #3 | #4 | #5

OJA’s de todo o país compartilham suas histórias de situações de riscos vivenciadas enquanto trabalhavam.

Mande seu depoimento anônimo ou identificado via texto, vídeo ou áudio. As gravações devem ter duração máxima de até 3 minutos. Nosso canal de contato pelo Whatsapp é 31 9 9891-3583.

“Boa noite! Relato aqui minha experiência em área de risco, em 2017. Fui chamada no plantão, em uma sexta-feira, fim de tarde. Endereço do mandado: área de risco, identificada pela polícia militar, em relatório disponibilizado a Central de Mandados de Florianópolis, como área vermelha – último imóvel da rua/morro situado bairro Pantanal. Em cumprimento ao mandado, urgente, como foi a mim informado, dirigi-me ao endereço, aproximadamente às 19h30min, onde, mais ou menos na metade do morro, próximo a um bar, tive a diligência interrompida, pois fui parada por pessoas, que disseram que eu não poderia subir o morro naquela ocasião. Desse modo, retornei à localidade no sábado pela manhã, acompanhada por policiais militares – portando armas longas pronta emprego, em viaturas caracterizadas, os quais alertaram sobre a periculosidade da região – ponto de tráfico de drogas, onde recentemente um policial militar havia sido baleado. Muito grata pelo trabalho da associação.”

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